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Confira dicas para ser bem sucedido em uma entrevista de emprego em inglês


Atualmente, ter uma boa formação acadêmica já não basta para conseguir uma colocação diferenciada no mercado de trabalho. Os profissionais devem estar cientes que o domínio da língua inglesa, por exemplo, é um dos itens a mais que precisam ter. Ainda no processo seletivo, é possível notar essa exigência. Você sabe, porém, como se sair bem em uma entrevista de emprego em inglês?
Por mais que o profissional acredite que tem conhecimento suficiente da língua, é importante estar preparado. Pensando nisso, o diretor da Achieve Languages, João Tomazeli, ensina cinco passos para ser bem sucedido em uma entrevista em inglês. “Dicas simples são úteis para candidatos que estudam inglês, mas ainda não dominam 100% o idioma”, explica. Mas vale lembrar que o mais importante nesses casos é nunca mentir sobre o nível de conhecimento.
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Confira as dicas elaboradas pelo diretor:
Esteja preparado para as questões comuns - independentemente da vaga em questão, algumas perguntas são comuns em qualquer processo seletivo. Veja as perguntas que possivelmente serão feitas:
1. Tell me about yourself. / Me fale sobre você.
2. Tell me about your 3 greatest achievements. / Fale sobre suas 3 maiores realizações.
3. Are you satisfied with your career to date? / Você está satisfeito com sua carreira até hoje?
4. Tell me about a difficult situation you have faced and how you tackle it. / Me fale de uma situação difícil que você já se deparou e como você a encarou.
5. What do you like about your present job? / O que você gosta no seu atual emprego?
6. What do you dislike about your present job? / O que você não gosta no seu atual emprego?
7. What are your strengths? / Quais são os seus pontos fortes?
8. What is your greatest weakness? / Qual é o seu maior ponto fraco?
9. Why do you want to leave your current employer? / Por que você quer sair do trabalho atual?
10. Why should we hire you? Or Why do you think you are the best candidate for this position? / Por que deveríamos contratá-lo(a) ou Por que você acha que você é o melhor candidato para essa vaga?
- Estude o vocabulário da sua área de atuação - dominar a linguagem pertinente à área de atuação demonstra que o candidato tem interesse e conhecimento sobre o segmento do qual a empresa faz parte.
Pode-se fazer uma lista com as palavras e termos mais comuns. Ler artigos técnicos e publicações segmentadas auxiliam no melhor desempenho de aprendizagem. Desta forma, o candidato terá a oportunidade de se familiarizar com um novo vocabulário.
É importante que, além de conhecer as expressões técnicas, tenha-se domínio sobre os assuntos relativos ao segmento e à indústria às quais pertence a empresa. Exemplo de perguntas nessa linha:
1. What is your opinion about the financial crisis in Europe? / Qual é a sua opinião sobre a crise financeira da Europa?
2. What is your view about the World Cup being held in Brazil? / Qual é a sua opinião sobre a Copa do Mundo no Brasil?
3. What do you think is the trend for retail companies? / Em sua opinião, qual será a tendência no mercado para empresas de varejo?
4. Do you think the economic prosperity in Brazil will continue in the next 10 years? / Você acha que a prosperidade econômica no Brasil vai continuar nos próximos 10 anos?
5. Do you think the real estate price will continue to raise in Brazil in the next years? / Você acha que o preço dos imóveis vai continuar a aumentar no Brasil nos próximos anos?
Treine a pronúncia das palavras - seguindo as duas dicas anteriores, o candidato é capaz de visualizar praticamente todas as perguntas que serão feitas. É ideal que se crie um roteiro da entrevista, já pensando nas possíveis respostas para que se estude a pronúncia correta, principalmente dos termos técnicos.
Em caso de dúvidas, pode-se recorrer a professores, amigos com maior nível de fluência ou à internet. Há excelentes ferramentas com sintetizadores de voz disponíveis na internet e que conseguem reproduzir com precisão palavras em diferentes idiomas.
Um exemplo de fonte confiável e gratuita para consulta é o site www.oald8.com, onde está disponível o dicionário Oxford Advanced Learner’s Dictionary, e que oferece consulta não somente do significado das palavras como também de sua pronúncia.
Conheça a empresa - considerada por especialistas da área de recrutamento e seleção como a principal “lição de casa” que os candidatos devem fazer, a pesquisa sobre a empresa em que se deseja trabalhar é extremamente importante, independente da entrevista em inglês.
Isso demonstra interesse pela vaga e certamente garante pontos a mais com o entrevistador. Se for uma multinacional, é importante acessar o site em inglês e pesquisar sobre os produtos e o mercado. Se for uma empresa de capital aberto, deve-se buscar dados de faturamento para fazer perguntas pertinentes sobre a empresa no Brasil e globalmente durante a seleção.
Postura adequada - o candidato nunca deve se atrasar. Não existem desculpas para atrasos e em quase 100% dos casos, aquele que chega tarde a uma entrevista é eliminado no início do processo. Americanos e europeus, prováveis entrevistadores, são muito mais intolerantes a atrasos do que os brasileiros.
Sempre que possível deve-se verificar a origem do entrevistador antes da seletiva. Levar em consideração os diferentes aspectos culturais também é uma boa alternativa para quem deseja se sair bem na entrevista em inglês.
Viviam Klanfer, infomoney

Imóvel: veja o que cada sexo mais valoriza na compra


 Na hora de escolher um imóvel para comprar ou mesmo alugar, homens e mulheres têm exigências um pouco diferentes quanto às condições da casa ou do apartamento. Elas são detalhistas e pensam o tempo todo na praticidade e funcionalidade. Já eles estão focados, sobretudo, nos aspectos financeiros.
Ao vasculhar o mercado atrás de uma casa, as mulheres, em sua grande maioria, vão ser muito mais detalhistas do que os homens. Na prática isso quer dizer que mais do que simplesmente observar se a casa tem armários embutidos, elas querem saber a qualidade do móvel, se de fato atende as necessidades da sua família e se aquele tipo de mobilha as faz sentir bem, explica a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.
Imóveis em Curitiba
Mulheres são mais exigentes
Isso acontece porque boa parte das mulheres está mais próxima das tarefas domésticas e, portanto, serão muito mais criteriosas. Elas também são mais exigentes quanto ao espaço da cozinha e da lavanderia. “Ela não vai olhar apenas se a cozinha tem armários planejados; Vai ver se os móveis comportam aquilo que elas têm”, lembra Roseli.
Vão analisar se os quartos e banheiros atendem as necessidades dos filhos e, caso tenham animais de estimação, automaticamente procuram imóveis que comportem os bichinhos. Dão valor adicional à beleza do imóvel, olhando para itens de decoração e azulejos. Analisam, ainda, em quais pontos da casa o sol ilumina.
As mulheres acabam dando valor àquilo que atende toda sua família, sobretudo, os filhos. Nas áreas comuns dos prédios, por exemplo, avaliam os elementos que poderão entreter os filhos, como o playground, a piscina e a quadra. Isso porque, estão ponderando a falta de segurança das cidades. Ou seja, sabem que seus filhos terão que se divertir dentro do próprio prédio. A localização também importa muito, e, para elas, pesa bastante o fato de o imóvel ser perto da escola dos filhos, do supermercado e da farmácia.
Eles querem retorno financeiro
Com eles a história é um pouco diferente. Os homens estão preocupados, acima de tudo, com os aspectos financeiros do imóvel. “Eles não dão tanta importância aos detalhes; Estão considerando se a aquisição é um bom investimento; Se ele vai ter retorno mais para frente. Se a região valorizou”, diz Roseli.
Além disso, avaliam se o imóvel, bem como sua localização, oferece status. “Muitos homens se mostram preocupados em mostrar status; Eles querem estar perto de pessoas com as quais podem fazer um bom networking”, diz Roseli. 
Eles também olham os ambientes avaliando se podem atender seu perfil. Se forem do tipo de passar bastante tempo com os amigos, vão querer salas grandes, com espaço para receber visitas. “Eles são desligados quanto aos detalhes, mas pesam bastante os itens que podem ser úteis nos seus momentos de lazer e mesmo na sua vida profissional”, avalia a especialista.
A segurança do prédio também é grande preocupação do sexo masculino. Por isso, avaliam bastante o clima do condomínio, os moradores, e se tudo inspira ou não segurança. Os homens, que normalmente ficam mais tempo fora de casa, acabam prestando mais atenção nos fatores macros, como a segurança.
Roseli reconhece que embora na maioria dos casos é possível perceber essas preferências - de homens e mulheres -, como regra geral, quem fica mais tempo em casa na hora de escolher um imóvel estará interessado na praticidade e funcionalidade dos itens oferecidos no imóvel. Já aquele que passa a maior parte fora, no escritório, por exemplo, terá essa visão macro, valorizando segurança e preço.
As preferências de cada sexo
ELESELAS
Preço do imóvel; se será um bom investimentoAvaliam os detalhes dos móveis
Segurança para a famíliaSe os ambientes atendem as necessidades da família
Avaliam o status que o prédio ofereceLocalização: próximo da escola dos filhos, da farmácia, do supermercado
Querem poder fazer networkingSe as áreas comuns podem entreter seus filhos - quadra, piscina, playground
Valor da taxa de condomínioSe tudo é prático e funcional
“Eu olho a limpeza do condomínio e as condições do imóvel; Se as louças dos banheiros são antigas; Presto atenção nos pisos e nos carpetes, se estão em boas condições; se as portas estão em bom estado, ou seja, sem rachadura, e se fecham perfeitamente; a mesma coisa para os armários”, diz Sueli Recioppo, que recentemente comprou um imóvel usado na cidade de São Paulo. “O que vai definir mesmo são os banheiros e a cozinha”, diz.
 Viviam Klanfer Nunes infomoney

Poupança: veja os erros que os consumidores cometem ao economizar recursos


Quando é preciso pagar as parcelas dos empréstimos, o aluguel da casa e comprar os mantimentos mensais, fazer uma poupança acaba sendo um dos últimos destinos do seu dinheiro. Entretanto, no logo prazo e em casos de emergência, essa reserva de capital será imprescindível.
Nesse cenário, mesmo aqueles que estão determinados a reservar recursos podem cometer uma série de erros. Pensando nisso, o site Learn Vest elaborou uma lista com os principais enganos que se pode cometer ao encarar a poupança. Confira.
1. Não encarar como hábito - poupança não é algo se que faz um dia ou outro, um mês ou outro. É algo que deve ser feito como hábito, todos os meses, como o pagamento das contas. Os consumidores devem, portanto, considerar a poupança dentro do orçamento, ou seja, deve ser um dos itens das despesas mensais.
Uma boa estratégia é fazer depósitos automáticos em alguma aplicação, por exemplo. Assim, vale começar imediatamente a inserir o item poupança nas contas mensais.
2. Fazer investimentos que você não entende - aqui a estratégia é simples: evite o que você não conhece ou não entende. Quando o consumidor resolve poupar, um grande erro é partir direto para investimentos arriscados e que desconhece o seu funcionamento. O ideal é iniciar uma reserva, da forma mais simples possível e apenas depois pensar em colocar seu dinheiro para trabalhar para você.
Sua conta poupança - a princípio - deve ser simples, segura e líquida.
3. Nada de guardar dinheiro em casa - guardar dinheiro em casa, seja debaixo do colchão ou em um caixa de sapatos não é nada inteligente. Além de não ser seguro, não rende absolutamente nada. E com a inflação e os juros do mercado, tomar esse tipo de atitude só vai fazer com que você perca poder de compra.
O ideal, portanto, é manter uma conta poupança, que você possa retirar - facilmente - em caso de emergência. É importante evitar ter todas as economias afundadas em investimentos que lhe cobrarão altas taxas caso seja necessário fazer uma retirada rápida e emergencial. Opte por aplicações flexíveis.
4. Conta corrente longe da conta poupança - a sugestão aqui é manter a conta que você utiliza para pagar as despesas diárias e mensais bem longe daquela que usa para guardar seus recursos. O objetivo é dificultar o uso do dinheiro que está sendo reservado. Ter as duas contas sob o mesmo teto, ou seja, no mesmo banco, só aumenta a tentação e facilita o descontrole.
5. Poupar sem objetivo - é importante ter objetivos ao poupar por uma simples razão, sem ele fica mais fácil se auto convencer de que hoje você não precisa poupar e que é possível deixar para depois. Ou seja, de se esquivar com frequência de reservar recursos. Ter um objetivo ajuda a ter foco. Também é interessante definir prazos e metas. Assim, cada mês você sabe quanto precisa economizar e não se sente tentado a mexer nas economias para outros fins.
6. Não fazer subdivisões com as economias - aqui a estratégia é dividir as economias em sub-contas, com propósitos específicos, como, por exemplo, fundo de emergência, ou outro destinado para eventualidades com seu carro.
7. Usar as economias para pagar as dívidas - Nem sempre pagar as dívidas com as reservas financeiras é a melhor opção. Por mais estranho que parece – ter uma poupança ao mesmo tempo em que carrega algum empréstimo – a reserva financeira pode ser ainda mais importante em casos de emergência. Assim, o ideal é ir administrando seus empréstimos ao mesmo tempo mantém suas reservas.
8. Usar os recursos da poupança em situações determinadas - o poupador deve ter bem claro em mente que só deve mexer nas reservas em situação extremas, como desemprego, problemas de saúde, ou qualquer outra real emergência. Além disso, precisa entender que uma coisa é aquilo que você precisa e, outra, bem diferente, são as coisas que quer.
Separe, portanto, esses conceitos. Usar as reservas financeiras no conserto do carro para poder ir trabalhar, é uma necessidade. Trocar seu automóvel por um modelo mais novo, já não é uma necessidade, mas sim um desejo que não deve ser atendido com as reservas
Viviam Klanfer, www.infomoney.com.br

Carreiras: veja dicas de especialista sobre carreiras que se deve investir

Mais do que se certificar que a carreira profissional escolhida se encaixa com o perfil da pessoa, é necessário avaliar qual é o momento e a situação da profissão escolhida. No atual momento do Brasil, você sabe quais as carreiras que valem a pena investir?

Para o consultor empresarial da Caput Consultoria, Wellington Moreira, é o caso da medicina, odontologia, direito, pedagogia, administração, economia e engenharia. O que favorece os profissionais de tais áreas é “o contexto favorável de desenvolvimento econômico do país combinado com grandes eventos esportivos”, explica Moreira.
Precisa-se de engenheiros

No caso da engenharia, o consultor destaca estudo realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), em parceria com o Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) responsável por sinalizar que “os investimentos no setor mineral; o intenso crescimento da indústria alimentícia; as obras de infraestrutura espalhadas pelo Brasil; a necessidade permanente de inovação tecnológica; e as exigências de um desenvolvimento ecologicamente sustentável requerem um número de engenheiros superior à mão de obra existente”.
Acompanhando o aumento da demanda por engenheiros, as áreas mais técnicas também vão demandar mais profissionais. “As oportunidades para profissionais técnicos e tecnólogos deverão continuar em alta”, acredita Moreira.
O que acontece é que se a perspectiva aponta para um aumento na demanda por engenheiros será preciso técnicos preparados para executarem o trabalho no canteiro de obras e nas unidades operacionais das fábricas. O mercada de beleza e estética também deverão demandar mais técnicos e tecnólogos.

Interdisciplinaridade

Falando das áreas que formam profissionais da saúde, a tendência, segundo Moreira, é a interdisciplinaridade “Formados em medicina, enfermagem e odontologia deverão somar ao seu portfólio especializações em diferentes áreas, como química, engenharia e física, dentro do novo paradigma médico”, diz Moreira.

Vida toda?

Segundo o consultor, no dinâmico mercado moderno, as carreiras já não são mais como eram antigamente, ou seja, para vida toda. “Atualmente ninguém mais pode se dar ao luxo de estabelecer um casamento para a vida toda com a sua profissão de origem”, diz Moreira. Justamente por isso, é preciso estar atento ao momento da profissão, além de simplesmente ver se ela se encaixa ao seu perfil.

via, www.infomoney.com.br

Você sabe se está financeiramente preparado para ter o primeiro filho?

Pensar em ter um filho envolve dois aspectos bastante opostos. De um lado, o emocional chama a atenção, afinal, estamos falando de uma nova vida que chegará ao mundo e à sua família. Por outro, o lado racional lembra todas as despesas que chegarão junto com seu filho.
De acordo com a educadora financeira Márcia Tolotti, é essencial fazer uma boa avaliação de quanto vai lhe custar ter um filho, mesmo porque, se deixar de fazer isso, quem vai pagar a conta da falta de planejamento financeiro dos pais é a própria criança. Um filho mal planejado normalmente faz com que os pais tenham de trabalhar mais e causa muitas restrições, o que não contribuiu para a felicidade de ninguém.
Márcia ainda ressalta que o planejamento não é para desestimular os interessados a terem filhos, mas, sim, para evitar o clássico “depois a gente dá um jeito”. “Não dá para fingir que não haverá uma mudança na vida financeira”, diz Márcia.
Pois bem, deixando por um momento o aspecto emocional de lado, antes de decidir engravidar, vale a pena observar três grupos de gastos muito importantes. Primeiro, os gastos passageiros, ou seja, aqueles com os quais terá de arcar durante o período de gestação; depois, os gastos fixos que aparecerão a partir do momento que a criança chegar ao mundo.
Por fim, é importante considerar investimentos, visando ao futuro da criança.
Gastos passageiros - apesar de a criança só chegar após nove meses, o período de gestação custa caro. Os exames de pré-natal, o custo com o ginecologista e o próprio parto devem ser contabilizados. Embora sejam custos passageiros, vão pesar no orçamento.
Não é possível, estabelecer, mesmo que de forma bastante aproximada, de quanto serão esses gastos. Isso porque vai depender muito do grau de conforto que os futuros pais desejam. No caso dos hospitais, dos médicos e dos exames, se eles não tiverem um plano de saúde, a questão pode ficar muito complicada.
Custos fixos mensais - depois que a crianças nasce, você entra em outra situação. É preciso considerar, entre outros elementos, quem vai cuidar do filho. “A mãe vai deixá-lo em uma creche? Com os avôs? Ou vai parar de trabalha?”, questiona Márcia.
Em cada uma das situações, é preciso pensar nos custos. Se a decisão for para de trabalhar, lembre-se de que haverá mais despesas e menos receita. “Os gastos aumentam em torno de 10% a 15%, após o nascimento de um bebê”, estima Márcia.
Investimento - Márcia explica que, ao ter um filho, os pais devem ter em mente que terão uma despesa por aproximadamente 20 anos, ou seja, até que a criança cresça e se torne financeiramente independente.
Porém, ela precisa de fato, lá no futuro, se tornar financeiramente independente. Para aumentar suas chances, ela vai precisar cursar uma faculdade, o que, porém, é outro custo alto. Pensando nessa lógica, o ideal é começar a fazer um investimento desde quando o bebê nasce.
“Se os pais guardam para a criança R$ 50 por mês, até essa criança fazer 18 anos, terão R$ 28 mil”. Esse valor pode ajudar muito a pagar uma faculdade. Lembrando que não precisa ser nenhum investimento arriscado. O cálculo da educadora considerou uma aplicação a uma taxa de 0,8% ao mês.
Por: Viviam Klanfer Nunes, www.infomoney.com.br